Penélope Cruz comanda Vogue de Maio
Novo recurso do Google permite criação simples de vídeos
Aplicativo produz uma videomontagem com base no resultado da busca por palavras chaves em sete opções diferentes
O Google é conhecido por inventar ou aprimorar todos os recursos de internet que ninguém sabia que era essencial para a vida até começar a usar. E esse deve ser o destino do recente lançamento, o Google Search Stories.
It girl do mundo dos tutoriais de maquiagem lança livro no Brasil
A história de Lauren Luke surpreende: A inglesa de 28 anos sofria bullying na escola, foi mãe aos 16 e passou por vários empregos que não a faziam feliz, até largar o de Taxi Dispatcher (telefonista que envia os taxistas aos clientes) para vender maquiagens no eBay. Para coroar um sucesso que cresceu em cerca de 2 anos, o livro de Lauren, Looks, lançado no Reuno Unido em outubro do ano passado, chega ao Brasil.
Essa carreira pouco usual começou por causa da dedicação de Lauren ao divulgar seus produtos. Em vez de simples fotos dos produtos, Lauren publicava imagens deles aplicados em seu rosto, o que despertava a curiosidade de suas clientes em saber como ela conseguia o efeito. Depois de responder muitas dúvidas, Lauren decidiu que vídeos ensinando como se maquiar poderiam ser interesantes.
Seu primeiro tutorial foi postado em julho de 2007 apesar do sucesso o estouro de seu canal no Youtube aconteceu quando, a pedidos, postou um vídeo ensinando a copiar o look de Leona Lewis no clipe Bleeding Love. O vídeo é o mais assitido de seu canal, e atinge quase 3 milhões e meio de visualizações, seus vídeos somam 75 milhões.Nem esses números, nem ser colunista do The Guardian, nem aparecer num jogo da Nintendo, nem lançar um livro afetam a simplicidade de Lauren. A qualidade da imagens de seus vídeos melhorou, mas sua postura ainda é a de alguém que conversa com o espectador. O máximo de edição que ela faz é acrescentar fotos enquandrando detalhes da maquiagem para trazer maior nitidez a quem está assistindo. Além disso, Lauren responde, sempre que possível, a todos que lhe fazem perguntas via Twitter.
O livro, traduzido como Looks: A maquiagem das celebridades passo-a-passo, traz seus tutoriais impressos, com um layout bem feminino e fotos realistas, as fotos não receberam um tratamento de imagem que as tornasse artificial.
No about de seu site, ela diz coisas como “Queria fazer as pessoas feliz, sorridentes e risonhas.” e “ produtos que fazem as pessoas sentirem-se especiais”. Em outras seções do site, em seu livro, e até em suas entrevistas, Lauren sempre menciona que seu principal objetivo é lidar com a auto-estima das pessoas, e da importância de sentir-se bem consigo mesma.
Que seus vídeos são um sucesso por todo o mundo é fato, se seu livro conseguirá garanti uma maior auto-estima as leitoras não se sabe, mas, pelo rumo que Lauren pretende seguir, esse objetivo a guiará.
Esta matéria também pode ser lida no blog Estilo em Claquete
Papel de Relações Públicas em Políticas Públicas é tema de ABRAPCORP
Na segunda quinzena de maio, o congresso do IV Congresso Brasileiro Científico de Comunicação Organizacional e de Relações Públicas – Abrapcorp 2010 terá como tema central “Comunicação Pública: interesses públicos e privados”. O assunto do congresso estimula ainda mais a curiosidade de quem não sabe o que são políticas públicas e de quem ainda tem algumas dúvidas em relação ao assunto.
O professor da Unesp Danilo Rothberg, doutorado em sociologia da comunicação, explica que políticas públicas são ações executadas, em geral, pelo poder público, “para atender a demandas sociais, econômicas e política.”
A professora Dalva Aleixo Dias destaca que, idealmente, as políticas públicas não são definidas exclusivamente pelo governo, mas deve ouvir as necessidades de todos os segmentos envolvidos.
O professor Jefferson Goulart conta que o conceito de políticas públicas sofreu influências da “ciência política no sentido de pretender examinar o
Estado para além de sua abstração institucional.”
De acordo com Dalva, nesse processo ideal, que já acontece no Brasil e no mundo, apesar de ainda não ter conquistado a absoluta popularidade, representantes dos segmentos da sociedade expõem seus interesses, e há uma articulação praticada pelo facilitador, que pode ser o governo ou um profissional de comunicação. “Hoje está se procurando muito um especialista em políticas publicas, ele vai descobrir onde é o espaço público, onde é o espaço de confluência de discussões sobre aquela área, quais são os atores sociais, quem fala em nome de quem, dar voz a esses atores sociais, e negociar seus interesses.” O consenso que for gerado é implementado como política pública.
“Não formamos RP para estar de um lado ou de outro, formamos articuladores de interesses.” Ela destaca que o profissional pode estar trabalhando com uma ONG ou com uma empresa, mas ser capaz de integrar os interesses de todas as partes. A professora também numera as características essenciais de um profissional da área. “Para formular políticas públicas, é essencial que o profissional entenda de comunicação pública, de técnicas de negociação, de comunicação intercultural, de administração de conflitos, e às vezes, até de gestão de crise.” O professor Rothberg explica que papel do RP no processo de formulação cresce por causa da exigência democrática de inclusão do cidadão no processo. “Os governos têm percebido a necessidade de realizar ações com planejamento e adequação de recursos, e desta forma ações isoladas, sem critério adequado, têm sido evitadas.”
A comunicação realizada nas políticas públicas é diferente da usada em comunicação governamental, por exemplo, “já se pensa numa comunicação mais negociada, mais horizontal, no modelo de duas mãos, em que o emissor também é receptor, e o receptor também é emissor”, explica a professora Dalva. A professora também destaca a necessidade de profissionais habilitados. “É uma área que mal começa a se delinear. É uma demanda crescente, você percebe que vão precisar de muitos profissionais de políticas públicas. E o curso de rp está discutindo comunicação pública como deve ser, comunicação de interesse público.”
Um dos momentos de discussão para os alunos de relações públicas será o ABRAPCORP que se focará no tema. Para informações e inscrições, consulte através do fone 11-3091-2949 ou ainda nos canais digitais: www.abrapcorp.org.br, www.twitter.com/abrapcorp e abrapcorp@abrapcorp.org.br .
Copa do Mundo será uma tentativa de mostrar uma África do Sul unida
20 anos após o fim do Apartheid, segregação no esporte ainda apresenta reflexos
A África do Sul sediará a Copa do Mundo desse ano com um grande desafio: mostrar que o racismo não está mais nos esportes. “A maior contribuição para a África do Sul ao sediar a Copa do Mundo é o país poder mostrar ao mundo que o apartheid é algo do passado, embora ainda com marcas profundas em todo o território”, explica o professor da Unesp José Carlos Marques, pesquisador de comunicação no esporte. Até 1990, o regime restringia o acesso dos “não-brancos” a terras, empregos, educação e locais públicos.
A discriminação foi refletida no esporte: o futebol era o mais popular entre os negros e o críquete e o rugby o mais popular entre os brancos. Por causa do Apartheid, a África do Sul foi banida da FIFA, e só voltou a integrar a federação em 1992. Mesmo após o fim do regime, a preferência da população ainda segue uma tendência da época, como observou o estudante de direito Pablo Palaro, 22, que morou no país em 2006 “Os esportes mais praticados no país eram o Rugby e o Cricket, entre as populações brancas, e o Futebol, nas populações negras.”
Diferentemente do que acontecia no período da segregação, hoje as equipes não obedecem a uma divisão racial. “Na nova África do Sul, não há um preconceito entre as exceções, mas entre os mais velhos era comum que cada uma das “nações” só entendesse do esporte que mais frequentemente torcia no passado.” Comenta Pablo.
O professor Marques lembra que além do futebol ter um histórico de jogadores brancos, o rugby foi importante para a união nacional após a vitória de Nelson Mandela na eleição de 1994, a primeira em que os negros puderam votar.
O episódio destacado pelo professor é retratado no recente filme Invictus, estrelado por Morgan Freeman e Matt Damon. O filme mostra a primeira copa mundial de Rugby disputada na África do Sul, da qual a seleção sul-africana saiu campeã. O filme e a copa também são lembrados por Andy Colquhoun, Diretor de Comunicação Estratégica da South African Rugby Union, União Sul-africana de Rugby. “O primeiro título mundial da Springboks, de 1995, foi assunto do filme Invictus, e o jogo mantém sua popularidade extremamente alta.”
Colquhoun destaca a popularidade dos jogadores da seleção sul-africana de Rugby e conta que um dos jogadores, Bryan Habana, foi escolhido como a Estrela esportiva mais popular da África do Sul. O que não seria possível durante o Apartheid, já que Habana é negro.
Esportes mais populares da África do Sul vieram da Grã-Bretanha
Futebol é o mais popular, por ter sido exclusivo dos negros, maioria no país
A África do Sul sediará nos meses de junho e julho a primeira Copa do mundo de Futebol a ser realizada em continente africano. O significado dessa conquista ultrapassa os limites esportivos e alcança status políticos e sociais.
Os esportes mais praticados na África do Sul, como destaca o site da Embaixada sul-africana no Brasil, são o futebol, o críquete e o rugby. “Lá eles praticavam muito futebol, cricket, hockey, tênis, golfe e surf” conta Cintia Zanin que morou em Durban, litoral do país, por dois meses.
Os esportes mais populares da África do Sul vieram de fora, o surf tem origem na Polinésia, o golfe na Escócia, e o críquete, o futebol, o hockey, o tênis e o rugby foram criados ou oficializados na Inglaterra, o que explica sua presença na África do Sul, país em que os ingleses estão entre os colonizadores.
Por causa do Apartheid, regime de segregação racial que durou do pós-Guerra até 1990, a África do Sul sofreu sanções, que a impediram de participar das competições internacionais. A seleção de futebol só voltou a integrar a FIFA em 1992, e só se classificou para a copa de 1998. O esporte é o mais popular no país, em parte, devido ao fato de ter sido exclusivo dos negros durante o período de segregação.
Outros esportes populares, o rúgbi e o críquete, foram exclusivos dos brancos durante o Apartheid. Apesar de hoje, não haver restrições, ainda há certa predominância branca no esporte. Perguntado sobre o perfil e a origem dos jogadores da seleção de Rugby, Andy Colquhoun, Diretor de Comunicação Estratégica da South African Rugby Union, destaca que o jogo é para jogadores de todos os tamanhos e formas. “O tamanho dos jogadores fica entre 1,80m (embora haja menores) e 2,08m, com peso de 80kg a 125kg, jogando em posições em que a exigência de velocidade e tamanho são diferentes.” Colquhoun também conta que a maioria dos jogadores são formados nas escolas, onde o esporte tem uma longa história. “Partidas entre escolas vizinhas podem atrair multidões tão grande quanto 20 mil pessoas.”
Para ver essa matéria editada no site da Livrevisa, clique aqui.
Carey Mulligan protagoniza remake de My Fair Lady
Depois de conquistar, público, crítica e até a Academia com Educação, a britânica Carey Mulligan é certa como protagonista do remake de My Fair Lady.
O papel da florista Eliza Doolittle foi eternizado por Julie Andrews na Broadway, e por Audrey Hepburn no cinema. Várias atrizes já haviam sido cotadas para o papel na refilmagem Keira Knightley era uma dela, e já preparava sua voz para as cenas musicais. Keira e Carey já aturam juntas em outra adaptação literária, as duas eram irmãs em Orgulho e Preconceito, que foi protagonizado por Keira.
A história original de My Fair Lady é da peça Pigmaleão, escrita em 1913 por George Bernard Shaw e conta como um professor de fonética foi desafiado a tornar uma simples vendedora de flores em dama da alta sociedade.
A refilmagem, com começo previsto para o fim deste ano, tem Emma Thompson como responsável pela adaptação do roteiro, função pela qual ganhou o Oscar com Razão e Sensibilidade.
As expectativas para o remake são grandes, não só pelo renome da equipe, mas também porque o filme de 1964, estrelado por Audrey Hepburn, ícone no cinema e na moda, foi indicado a doze Oscar e ganhou oito.
Para ouvir a matéria na edição do dia 1º de abril do Estilo em Claquete, basta dar play no link abaixo.
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Filmow é paraíso dos cinéfilos
Organizar num só lugar todos os filmes que você já viu, aqueles que gostaria de ver, e os que não pretende ver jamais. Poder encontrar filmes de um mesmo artista, de um mesmo estilo, saber se o filme já estreou no Brasil e se já saiu em DVD. Como seria se suas listas fossem compartilhadas com seus amigos e você ainda pudesse fazer críticas e indicações de filmes?
Essa é exatamente a proposta do site Filmow, que une recursos de rede social com um super catálogo para os cinéfilos. Wanderson Niquini, co-proprietário do site, conta que a página começou no dia 1º de abril do ano passado, a partir de uma idéia de Thaís Lima, uma das fundadoras. Thaís se cadastrou em um site que organizava os livros já lidos pelos usuários e considerou que um site do gênero era uma carência dos cinéfilos brasileiros.
Do momento que a idéia surgiu até a realização prática dela se passaram apenas 2 meses. E nesse primeiro ano no ar, o site já ultrapassou a marca de 20 mil usuários cadastrados. Niquini explica que os usuários não têm um perfil definido, mas que predominam as mulheres de 13 a 45 anos.
Uma das características que colaboram para o crescimento do site é a constante implementação de mudanças. Essas mudanças são propostas pelos usuários do Filmow ou pensadas pelos proprietários do site. Várias ferramentas do Filmow vieram de sugestões de usuários, como o medidor de compatibilidade entre os usuário e sugestão de filmes entre amigos na rede.
Atualmente, há várias mudanças sendo estudas pela equipe do site, que além de Niquini e Thaís também conta com Alisson Patrício, todos de Minas Gerais. O site pretende oferecer ao usuário a programação de cinemas de todo o país, além de melhorias nas páginas dos artistas, como álbum de fotos na página deles.
Para se cadastrar no site, basta acessar: www.filmow.com
Para ouvir a matéria que foi ao ar na edição do dia 1º de abril do Estilo em Claquete, basta dar play no tocador abaixo.
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Fóssil do período triássico de ‘primo’ do dinossauro lança novidades em pesquisas
Encontrado na Tanzânia, o fóssil revela características do animal que contrariam antigas expectativas
Emoção em cima de uma só roda
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Apesar da fama de esporte perigoso, praticantes do Wheeling dão muita importância à segurança
Manobras arriscadas sobre uma única roda da motocicleta e exibição de movimentos radicais somadas a uma dose grande de segurança diferenciam a “molecagem” da seriedade do wheeling. As medidas de segurança extrapolam os itens básicos para o piloto. Além de um bom capacete, são necessários luvas, cotoveleiras, joelheiras, botas e o macacão de couro, também utilizados por pilotos de motovelocidade. Fábio Rolim, mais conhecido como Dentinho, da equipe Força e Ação ressalta a preocupação com o público: “Utilizamos grades de segurança na pista dos shows e não realizamos manobras que possam oferecer algum risco ao público.” Para a execução das manobras, os pilotos necessitam de muita habilidade, já que, em geral, elas são realizadas em baixa velocidade sobre uma única roda, a traseira ou a dianteira. Além disso, é importante que a pista seja plana e com boa aderência, para facilitar, os pneus são calibrados com baixa pressão. Como os praticantes de wheeling são profissionais, chegando, no caso da equipe Força e Ação, a realizar 150 shows por ano, o patrocínio é fundamental e o esporte é bastante atraente para as empresas. “Sabendo que este tipo de show é um forte veículo de comunicação em contato direto com o público, que comparece em massa nas apresentações. A seriedade e a responsabilidade aliadas mantêm estas parcerias ao longo de anos.” Explica Dentinho. Para ler essa matéria editada no site da Livrevista, clique aqui.
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